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PR aconselha IGAE a cooperar com outras entidades

Governo 27-07-2026
ENAPREC: CONSOLIDAR RESULTADOS E PREPARAR O FUTURO

A Estratégia Nacional de Prevenção e Repressão da Corrupção (ENAPREC), em vigor até 2027, deverá permitir ao Estado angolano avaliar, de forma objectiva, fundamentada e transparente, os resultados alcançados no domínio da prevenção, detecção e repressão da corrupção.
A afirmação foi feita pela Inspectora Geral da Administração do Estado, Dra. Felisbela Maria da Costa Pereira Francisco, durante a abertura da Reunião do Grupo Técnico dos Eixos da Prevenção e Detecção da ENAPREC.

Segundo a responsável, para que essa avaliação seja rigorosa e produza conclusões credíveis, é indispensável consolidar uma cultura de reporte regular, sustentada por indicadores mensuráveis, evidências documentais, metas claramente definidas e responsabilidades institucionais devidamente identificadas.

Felisbela Francisco sublinhou que a execução da Estratégia não deve limitar-se ao cumprimento formal das actividades programadas, devendo traduzir-se em mudanças concretas no funcionamento da Administração Pública, na protecção do património público e na relação entre o Estado e os cidadãos.

No domínio da prevenção, a Inspectora Geral defendeu o reforço da formação ética e deontológica dos agentes públicos, da cultura de integridade, dos mecanismos de controlo interno e das medidas de prevenção de conflitos de interesses.

Destacou, igualmente, a necessidade de promover maior transparência na contratação pública, melhorar a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos, reforçar a responsabilização funcional e aproximar cada vez mais a Administração Pública da sociedade.

No eixo da detecção, Felisbela Francisco considerou prioritário fortalecer os mecanismos de denúncia e os sistemas de alerta, aperfeiçoar a análise de riscos, intensificar as auditorias e inspecções e assegurar o tratamento célere das irregularidades identificadas.

A responsável realçou ainda a importância da cooperação interinstitucional e do desenvolvimento da capacidade dos órgãos públicos para identificar, em tempo útil, indícios de condutas susceptíveis de configurar actos de corrupção ou práticas conexas.

“O reforço dos mecanismos de execução, acompanhamento e reporte permitirá demonstrar, com base em factos e evidências, o que efectivamente mudou com a implementação da Estratégia”, afirmou.

A Inspectora Geral reiterou, por isso, a necessidade de as instituições envolvidas adoptarem uma actuação orientada para resultados, com maior disciplina no cumprimento das acções, qualidade na produção da informação e compromisso efectivo com os objectivos da ENAPREC.

A consolidação destes mecanismos permitirá não apenas aferir os progressos alcançados até 2027, mas também criar bases mais sólidas para a continuidade das políticas públicas de integridade, transparência e combate à corrupção em Angola.
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IGAE - RIGOR | TRANSPARÊNCIA | CONTROLO**

Fonte: IGAE
Governo 24-07-2026
PREVENIR E DETECTAR A CORRUPÇÃO É PROTEGER O ESTADO E SALVAGUARDAR O INTERESSE PÚBLICO

A Inspectora Geral da Administração do Estado, Dra. Felisbela Maria da Costa Pereira Francisco, afirmou, na passada terça-feira, 14 de Julho, em Luanda, que prevenir e detectar a corrupção significa proteger o Estado, salvaguardar o património público, reforçar a autoridade e a credibilidade das instituições e promover uma cultura de responsabilidade perante os cidadãos.

A responsável falava na abertura da Reunião do Grupo Técnico dos Eixos da Prevenção e Detecção da Corrupção, realizada no âmbito da Estratégia Nacional de Prevenção e Repressão da Corrupção (ENAPREC), coordenada pela Casa Civil do Presidente da República.

Durante o encontro, que decorreu no Auditório Kundi Paihama, na sede da Inspecção Geral da Administração do Estado, Felisbela Francisco destacou a relevância da ENAPREC enquanto instrumento estruturante da política pública do Estado angolano nos domínios da prevenção, detecção e repressão da corrupção.

Segundo a Inspectora Geral, a natureza nacional, transversal e interinstitucional da Estratégia exige uma actuação concertada entre os órgãos públicos, assente na coordenação, no método, na disciplina, na produção de informação credível e no compromisso efectivo de todos os intervenientes.

“A ENAPREC não é apenas um documento estratégico. É um compromisso nacional. E esse compromisso exige que cada órgão público, cada dirigente, cada técnico e cada ponto focal assuma a sua responsabilidade com seriedade, disciplina e elevado sentido patriótico”, afirmou.

Na ocasião, a Inspectora Geral apelou ao cumprimento rigoroso dos prazos estabelecidos para a remessa das contribuições destinadas à elaboração do Relatório de Actividades referente ao exercício de 2025 e ao primeiro Semestre de 2026.

No quadro da ENAPREC, a Inspecção Geral da Administração do Estado assegura a coordenação executiva dos Eixos da Prevenção e Detecção da Corrupção, competindo-lhe promover a articulação institucional, acompanhar a execução das acções, recolher e consolidar a informação remetida pelos órgãos integrantes e contribuir para a elaboração de relatórios que permitam avaliar, com rigor e objectividade, o grau de implementação da Estratégia.

A reunião congregou representantes e pontos focais de diferentes órgãos da Administração Pública, com o propósito de avaliar os progressos alcançados, harmonizar procedimentos e reforçar a coordenação interinstitucional no combate à corrupção.

IGAE - RIGOR | TRANSPARÊNCIA | CONTROLO

Fonte: IGAE
Governo 20-07-2026
IGAE REALIZA ENCONTRO NO ÂMBITO DA ENAPREC

Na passada terça-feira, 14 de Julho, a Inspecção Geral da Administração do Estado, na sua qualidade de Coordenadora Executiva dos Eixos da Prevenção e Detecção da Corrupção, realizou nas suas instalações sede, mais uma Reunião do Grupo Técnico, que visou a criação de condições técnicas e institucionais necessárias para a elaboração do Relatório de Actividades referente à implementação da Estratégia Nacional de Prevenção e Repressão da Corrupção (ENAPREC), com incidência para o exercício de 2025 e o 1° Semestre de 2026.

Durante a sessão de abertura, Dra. Felisbela Maria da Costa Pereira Francisco, Inspectora Geral da Administração do Estado, defendeu que, mais do que um simples exercício de compilação documental, o relatório deve constituir um verdadeiro instrumento de avaliação, de prestação de contas e de melhoria contínua. Deve ser um documento que permita identificar o que foi efectivamente realizado, os resultados alcançados, os constrangimentos, as medidas correctivas que se impõem e que prioridades devem orientar a intervenção dos órgãos públicos no ciclo seguinte de implementação da Estratégia.

Por outro lado, a Inspectora Geral do Estado referiu que a prevenção e a detecção não podem ser tratadas como matérias meramente formais, episódicas ou declarativas. Elas exigem uma cultura institucional permanente, assente na legalidade, na imparcialidade, no controlo interno e na prestação de contas.

Por essa razão, disse, a qualidade do relatório de actividades dependerá, em larga medida, da qualidade das contribuições remetidas por cada órgão público representado no grupo técnico. "Não basta afirmar que determinada actividade foi realizada. É necessário demonstrar, com rigor, o que foi executado, com que objectivo, meios, evidências, impacto e quais os resultados", ressaltou a responsável, pois a informação deve ser clara, objectiva, verificável e sustentada com dados concretos.

Finalmente, a Inspectora Geral da Administração do Estado recomendou o cumprimento rigoroso dos prazos, sublinhando que a pontualidade no envio da informação não é apenas uma exigência administrativa, é também uma expressão de responsabilidade institucional, de respeito pelo trabalho colectivo e de compromisso com os objectivos superiores da boa governação.

**IGAE, RIGOR - TRANSPARÊNCIA – CONTROLO
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Fonte: IGAE
Governo 20-07-2026
INSPECTORES DAS DELEGAÇOES PROVINCIAIS DA IGAE DO CUANDO E CUBANGO CAPACITADOS EM MATÉRIA DE AUDITORIA E FISCALIZAÇÃO

Os funcionários das Delegações Provinciais da Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE) do Cuando e do Cubango participaram, nos dias 10 e 11 de Julho, numa acção de formação intensiva focada em Auditoria de Conformidade e Fiscalização Inspectiva.

A formação decorreu numa das salas do Governo Provincial do Cubango e foi ministrada pelo Delegado Provincial da IGAE no Namibe, Dr. Moisés Sovi, que abordou os principais procedimentos, metodologias e boas práticas aplicáveis às actividades inspectivas, de fiscalização e de auditoria.
A acção contou com a participação da Delegada Provincial da IGAE no Cuando, Dra. Dakar Chimuma Filomena Jonas , e do Delegado Provincial da IGAE no Cubango, Dr. Frederico Antunes Jambalima, bem como de inspectores-chefes de 1.ª e 2.ª classes e demais colaboradores das duas delegações provinciais.

A iniciativa teve como principal objectivo reforçar as competências técnicas dos participantes, contribuindo para a melhoria da qualidade da actuação em acções de inspecção, fiscalização e auditoria, em conformidade com as atribuições da IGAE.

No encerramento da formação, os participantes manifestaram satisfação pelos conhecimentos adquiridos e destacaram a relevância da iniciativa para o reforço das suas competências profissionais e para o desempenho mais eficaz das suas funções.

IGAE, RIGOR - TRANSPARÊNCIA - CONTROLO

Fonte: IGAE

igae.gov.ao INSPECTORA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO

Felisbela Maria da Costa Pereira Francisco



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