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IGAE
10 Aug 2021 | 10:22 - Actualizado em 10 Aug 2021

Inspector-Geral descarta Justiça selectiva no país

O Inspector-Geral da Administração do Estado descartou a existência de justiça selectiva em Angola.

Sebastião Gunza reagia, assim, a declarações de alguns políticos que consideram selectivo o combate à corrupção no país. "Não é possível falar-se em combate selectivo da corrupção, na medida em que o trabalho está a nível de todo o país. Tem-se assistido que responsáveis, da mais alta esfera militar, da governação provincial e local, têm estado a respondera processos-crime”, disse, para questionar: "então, que selectividade é que se quer referir?”. "Quem são as pessoas que estão a ser combatidas selectivamente? Que agentes públicos que, tendo prevaricado, ficaram à margem?”, questionou-se ainda o Inspector-Geral da Administração do Estado, lembrando que o combate â corrupção obedece ao princípio da presunção da inocência. "As pessoas, enquanto não forem julgadas e condenadas e sem essa condenação transitar em julgado, não podem ser expostas na praça pública como prevaricadores”, explicou. O Inspector-Geral da Administração do Estado lembrou, ainda, que a IGAE actua a nível de toda a Administração Pública e, onde há erário, todos os gestores públicos estão sujeitos à fiscalização do órgão.

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